Escolha uma Página
O que é prazer, excitação e orgasmo?

O que é prazer, excitação e orgasmo?

Para termos uma compreensão do que realmente é uma vivência sexual satisfatória precisamos aprender a diferenciar estas três situações e desenvolvermos cada uma delas ao máximo. Prazer é um conceito amplo, mas determinante para a o desenvolvimento de uma sexualidade vívida. O prazer, não necessariamente, nos leva ao ato sexual. Mas o ato sexual decorrente de situações prazerosas é mais intenso e gostoso. Excitação já é um conceito ligado à prática sexual mais diretamente e pode ser decorrente de uma situação prazerosa. A excitação é a resposta do corpo ao toque ou ao contexto sexual ou de intimidade. A partir de um estímulo prazeroso erótico a excitação, em algumas situações, não demora nem 10 segundos para se expandir pelo corpo e ser decodificado pelo cérebro que inicia uma série de reações fisiológicas preparando o corpo para uma relação sexual. O orgasmo é a consequência de todo este processo de prazer e excitação. O ponto máximo de excitação chama-se platô, quando atingimos este estágio o orgasmo vem com muita facilidade. O orgasmo não é o mais importante da relação sexual, mas, com certeza, ele precisa acontecer na maioria das vezes, pois ele é o relax. Assitam ao vídeo!

Disfunção sexual no homem solteiro

Disfunção sexual no homem solteiro

Vamos entender como funciona uma disfunção sexual situacional? Pense naquele homem que durante muitos anos esteve em uma relação estável e, de repente, rompe esse relacionamento. Nunca antes havia apresentado nenhuma questão sexual. Mas, agora, solteiro novamente, tem se deparado com algum problema sexual. Como a terapia sexual pode ajudar?

Ejaculação Precoce: aspectos clínicos gerais

Ejaculação Precoce: aspectos clínicos gerais

Definir o que é ejaculação precoce não é algo fácil. Seu conceito é controverso entre os próprios especialistas da área da sexualidade. Na minha opinião EP define -se pela incapacidade do homem perceber a fase anterior ao seu reflexo ejaculatório e conseguir controlar a ejaculação. Isto significa que uma vez excitado – com estimulação baixa ou mínima – ele atinge o orgasmo antes ou logo após a penetração. O tratamento com a técnica da terapia sexual para a EP é funcional e com altos índices de melhora ou resolução. Entretanto, a minha experiência clínica conta de pacientes q chegam para a psicoterapia não só com a EP, mas também com relações afetivas complicadas que, muitas vezes, fazem a manutenção do sintoma sexual, mostrando o quanto uma disfunção sexual, muitas vezes, pertence também à dinâmica relacional daquele casal e não apenas ao indivíduo. Nessas circunstâncias a terapia torna-se mais delicada e demorada.